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16/03/2008

Livro: D. Leopoldina, cartas de uma imperatriz

Cartas de uma imperatriz contém a primeira complicação de cartas escritas e destinadas a Maria Leopoldina Josefa Carolina de Habsburgo, imperatriz do Brasil de 1817 a 1826. A pesquisa envolveu instituições e arquivos da Áustria, de Portugal e do Brasil. O lançamento foi feito pela Editora Estação Liberdade com apoio do Banco Itaú.

Dentre as 850 existentes, eles publicaram 315, todas elas inéditas. Elas foram escritas desde a época em que Dona Maria Leopoldina era princesa em Viena até seu falecimento, aos 29 anos. Há correspondência entre ela e o pai (o imperador Francisco I da Áustria), a irmã Maria Luísa (casada com Napoleão), o sogro D. João VI, José Bonifácio e o esposo D. Pedro I. Dessa maneira, tem-se um desenrolar psicológico indo da saída até a chegada da princesa austríaca em um país novo e completamente diferente.

Leia o primeiro capítulo aqui.

Editora: Estação Liberdade
ISBN: 8574481084
Número de páginas: 494

15/03/2008

Autor: Eduardo Bueno



Eduardo Bueno é jornalista, escritor e tradutor. Escreveu sobre a história do Grêmio, time de futebol gaúcho. Também foi o responsável pela tradução de On the road (rebatizado como Pé na estrada em português) de Jack Keroac. Recebeu diversos prêmios, entre ele o Jabuti, em 1999, pelo livro A viagem do descobrimento.

Ele começou a escrever há bastante tempo, porém a popularidade aconteceu quando ele apresentou o quadro É muita história no Fantástico. Apesar de não ser historiador e de receber críticas por isso, ele se tornou um sucesso de vendas ao escrever sobre a História do Brasil.

Apesar de não ser historiador, Eduardo Bueno conseguiu o que tanto queria: “libertar a História das narrativas entediantes e recontá-la num ritmo envolvente e apaixonado”.

Coleção: Terra Brasilis

Eduardo conta a história brasileira em quatro volumes que compõem a Coleção Terra Brasilis, lançada pela Editora Objetiva. Tudo escrito de uma maneira bem humorada e de fácil leitura. O primeiro – A viagem do descobrimento – relata como estavam os portugueses e os fatores que os levaram a “descobrir” o Brasil em 1500.

ISBN: 857302819X
Número de páginas: 112




No segundo livro Náufragos, traficantes e degradados, ele relata a vinda dos primeiros portugueses que realmente habitaram o Brasil (já que Portugal não deu tanta importância a sua maior colônia nos 30 primeiros anos após o descobrimento) e se miscigenaram com os índios. Segundo Bueno, “muitos foram jogados nas praias brasileiras pelo triste acaso de um naufrágio. Outros vieram nas primeiras missões de exploração, condenados ao degrado no país distante, e também havia aqueles que tinham decidido ficar no Brasil, por livre e espontânea vontade”.

ISBN: 8573028203
Número de páginas: 160




Capitães do Brasil
, terceira parte da Coleção Terra Brasilis é acerca dos primeiros donatários, o por que foram eleitos e quais realmente eram as missões deles. O período compreendido na obra vai de 1530 a 1550.

ISBN: 8573028211
Número de páginas: 256





O último da coletânea é A coroa, a cruz e a espada, no qual ele fala sobre o começo da “América portuguesa”, assim como da criação do Governo Federal, da construção de Salvador e da fundação da cidade de São Paulo.

ISBN:
8573028149
Número de páginas: 272



Leia sobre Eduardo bueno clicando aqui.

12/03/2008

Livro: A noiva da Revolução

Paulo Santos de Oliveira conta, neste livro, o amor proibido entre Maria Teodora da Costa – filha de um rico português – e Domingos José Martins – líder revolucionário. A narração é feita pelo casal protagonista, em forma de um diário. Tem-se, pois, detalhes da revolução de uma maneira gostosa de ler.

“Cinco anos antes do ‘7 de setembro’, ela [a Revolução de 1817] nos deu Governo próprio, Constituição, bandeira, Exército, Marinha e embaixadores; e fez valer aqui, pela primeira vez, os princípios da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Das Alagoas ao Ceara, pos a gente do povo em pé de igualdade com os poderosos e anunciou o fim da escravidão”, dizia o historiador Oliveira Lima. Mas, como toda revolução, deixou marcas e lembranças.

Leia trecho aqui.

Editora: Comunigraf
ISBN: 859788588617803
Número de páginas: 407

05/03/2008

Coleção: A flor-de-lis e o leão - volume 6

A disputa pelo reinado da França continuava, mas não tardou a Eduardo III ser coroado, situação que não satisfaziam os franceses que rejeitavam um rei inglês. Roberto de Artois, então, não teve problema em conseguir fazer Felipe de Valois (filho de Carlos de Valois, irmão de Felipe, o Belo) tomar o trono. Era o fim da dinastia capetiana e início da dos Valois.

Entretanto, apesar de conseguir ter colocado Felipe de Valois no trono da França e de ter grande influência sobre ele - uma vez que era seu cunhado - Roberto de Artois não conseguia recuperar o condado de Artois, que estava nas mãos de sua tia Matilde. E para recuperá-lo, ele fará de tudo: subornar, mentir e até matar. Enquanto isso, na Inglaterra, Eduardo III reinava e fazia de Roberto de Artois um de seus principais conselheiros e conde de Richmond.

Mais uma vez, Maurice Druon escreve um romance histórico para prender o leitor que aprende a história do reinado francês de uma forma cativante...

Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 8528611892
Número de páginas: 322

04/03/2008

Coleção: A loba da França - volume 5

A França passa por um período turbulento. Felipe V, então rei, continuou o planejamento político do pai, readmitindo até Enguerrand de Marigny, ministro de Felipe IV e que havia sido afastado durante o reinado de Luís X. Mas o reinado de Felipe foi curto, durou apenas seis anos. Em 1321, ele morreu devido a febres e desinteria, comenta-se que conseqüência de um envenenamento.

Como não havia deixado descendentes masculinos, o trono passou para o irmão caçula: Carlos, o Belo, que se tornou Carlos IV. Ele também estava obstinado a encontrar uma esposa de origem capetiana para continuar a dinastia, já que sua esposa tinha sido implicada no escândalo da Torre de Nesle.

Por conta dos enormes gastos feitos pelos reis anteriores, Carlos IV aumentou os impostos. Apesar de agir com rigor, ele não pode conter as incursões feitas pelos gascões apoiados pelos ingleses em território francês.

A irmã de Carlos IV, Isabel de França, reinvidicava o trono francês para o filho Eduardo III, através da regência dela juntamente com Roger Mortimer, barão de Chirk e amante de Isabel. Ela ficou conhecida como A loba da França depois da revolta dos barões que tiraram o trono de Eduardo II, já que foi ela que ajudou no destronamento do marido. Fazendo jus a sua alcunha, foi com a ajuda da rainha, Mortimer consegue invadir e se apossar da França.

Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 8528611418
Número de páginas: 322

29/02/2008

Coleção: Os reis malditos

Quem gosta de história e particularmente da francesa, não pode deixar de ler a coleção Os reis malditos, escrita por Maurice Druon entre 1955 e 1977. Ela conta a história da monarquia francesa indo de Felipe, o Belo até o começo da Guerra dos Cem anos. A coletânea fez tanto sucesso que já foi traduzida para mais de 30 línguas e vendeu milhares de exemplares em diversos países. Chegou até a ganhar uma versão televisiva na década de 70 e também um remake exibido em 2005 na França e no Canadá.

Maurice Druon nasceu em Paris em 23 de abril de 1918 e é membro da Academia Francesa. Homem político, ele foi nomeado Ministro da Cultura por Georges Pompidou em 1973. Um detalhe curioso é que Maurice é bisneto de um brasileiro do Maranhão: o escritor, jornalista e político Odorico Mendes.